A Polícia Militar acabou com a festa no barco flutuante ancorado no Lago Paranoá, na altura da Concha Acústica, na noite de sábado (5). Havia mais de 300 pessoas na embarcação, apesar da capacidade máxima permitida ser de 225.
Em operação conjunta com a Marinha do Brasil, a PM vistoriou o barco depois de receber denúncias de desrespeito às medidas sanitárias de combate à covid-19. Os militares encontraram falhas graves de segurança, como coletes salva-vidas insuficientes ou guardados fora do alcance dos frequentadores, além de extintores de incêndio vazios.
De acordo com a aspirante Jacqueline Terumy, do 6º Batalhão, a festa estava totalmente irregular. “O evento foi interrompido imediatamente depois da nossa chegada por colocar em risco a vida dos participantes e descumprir as medidas de enfrentamento à covid-19”, conta.
A embarcação recebia muita gente que chegava em outros barcos, mas não havia estrutura de acesso segura para o transbordo das pessoas. A Marinha notificou o proprietário e deu até 10 dias para ele sanar as irregularidades. Caso não consiga, a embarcação será apreendida.
A PM abordou os frequentadores e não encontrou drogas nem objetos ilícitos. A fiscalização ocorreu até à 1h da manhã de domingo.
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A vistoria naval vai continuar nos próximos dias. As denúncias de irregularidades podem ser feitas para o disque-denúncia da Capitania Fluvial de Brasília pelo telefone 3429-1173.
Fonte: ASCOM/PMDF
