A enfermeira Mariana Rodrigues, de 27 anos, recebeu o diagnóstico de diabetes aos 17. Logo passou a fazer o uso de sensores e leitores de glicemia. “Hoje, eu já não consigo viver sem!”, define. O equipamento fornece dados contínuos, que permitem visualizar as flutuações diárias dos níveis de glicose.
Além disso, o equipamento permite ajustes mais precisos na prescrição de dieta, exercício físico e medicação, o monitoramento detecta rapidamente episódios de hipoglicemia e hiperglicemia, que exigem intervenções rápidas e eficazes. “No começo, a gente pensa: vai me poupar de ficar furando o dedo toda hora. Quando começa a usar, vê que é muito mais que isso. Dá tranquilidade para quem tem diabetes”, comemora Mariana Rodrigues.
O programa de Monitorização Contínua de Glicose (MCG) da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) é uma inovação e está em vigência há cinco anos e meio, desde dezembro de 2020. O serviço é oferecido a adultos e crianças que tenham diagnóstico de Diabetes Tipo 1 (DM1).
Assistência especializada
Além de contribuir para a gestão da saúde pelo próprio usuário, o dispositivo também favorece a atuação profissional. “A impressão que dá é que estávamos enxergando uma fenda pequena, e hoje abrimos uma janela”, exemplifica a médica do ambulatório de endocrinologia do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), Thais Lauand.
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O MGC permite o acesso a dois sensores por mês. A solicitação é feita por meio de formulário eletrônico e a documentação e os critérios de inclusão são analisados por uma equipe específica.
Em caso de aprovação, são informadas as orientações para a retirada dos sensores e as rotinas obrigatórias do programa. Saiba mais pela página oficial da SES-DF https://www.saude.df.
*Com informações da SES-DF
