Em reunião pública convocada pelo Deputado Ricardo Vale (PT/DF), trabalhadores do Eixão do Lazer, como ambulantes e artistas, manifestaram insatisfação com o novo Plano de Uso e Ocupação. Eles apontaram que as mudanças desconfiguram o tradicional espaço de lazer e inviabilizam suas atividades, essenciais para garantir renda.
Entre os principais problemas citados estão a proibição de barracas fixas, a separação entre áreas de apresentações culturais e comércio, e dificuldades logísticas para a descarga de mercadorias, além da ausência de contrapartidas mínimas, como banheiros químicos.
- Comissão da “taxa das blusinhas” é instalada e Leila Barros assume relatoria da medida
- Governo e Congresso acertam pautas para esforço concentrado de votação
- Justiça multa Arruda em R$ 5 mil por pedido de voto feito antes do início da campanha
- Quaest/Globo: Celina Leão abre 14 pontos sobre Arruda e lidera disputa pelo Governo do DF
- Alcolumbre sinaliza que votação final do fim da escala 6×1 pode ficar para depois da eleição
Os trabalhadores afirmaram que as novas normas tornam inviável o funcionamento de eventos e prejudicam tanto artistas quanto comerciantes. Maria do Perpétuo Socorro, uma das ambulantes, destacou: “Precisamos de mais clareza e espaço para continuar trabalhando e atendendo a população”.
Ricardo Vale prometeu consolidar as demandas em um documento a ser encaminhado ao GDF, DER e Casa Civil, buscando garantir que o plano atenda às necessidades dos trabalhadores sem prejudicar o uso do espaço pela população. A atualização do plano, publicada em janeiro, segue gerando apreensão e será reavaliada para buscar soluções mais inclusivas.
