O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi eleito nesta quarta-feira (13) para ocupar uma vaga de ministro efetivo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão responsável pela organização das eleições de outubro.
A escolha foi feita de forma simbólica pelo plenário do STF, após a renúncia da ministra Cármen Lúcia ao cargo de ministra efetiva do TSE. Toffoli já fazia parte da Corte Eleitoral, mas atuava como ministro substituto.
Na terça-feira (12), Cármen Lúcia deixou a presidência do TSE e foi sucedida pelo ministro Nunes Marques. Mesmo fora do comando do tribunal, ela ainda poderia permanecer como ministra efetiva até 3 de junho, quando terminaria oficialmente seu período na Corte.
No entanto, a ministra informou ao Supremo que decidiu antecipar sua saída definitiva do tribunal eleitoral. Cabe ao STF aprovar os nomes dos ministros que representam a Corte no TSE.
O Tribunal Superior Eleitoral é formado por sete ministros: três do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois juristas indicados pelo presidente da República, além dos respectivos substitutos.
- Mendonça autoriza transferência de ex-presidente do BRB para Papudinha
- Prazo para tirar ou regularizar título de eleitor termina nesta quarta
- Justiça muda regra sobre afastamento de criança da família para adoção
- Defesa pede autorização do STF para que Bolsonaro possa operar ombro
- Réus são condenados a 1,2 mil anos por chacina contra família no DF
Com a mudança, a nova composição do TSE será formada por Nunes Marques, André Mendonça, Dias Toffoli, Antonio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Boas Cueva, Floriano Azevedo Marques e Estela Aranha.
Já o ministro Flávio Dino passará a ocupar uma vaga de ministro substituto.
Com informações da: Agência Brasil
