Mais um passo do cronograma do Plano de Urgência pela Paz nas Escolas foi dado. Nesta quinta-feira (28), a Secretaria de Educação publicou no Diário Oficial do Distrito Federal representantes das Regionais de Ensino que ficarão à frente das ações que serão estabelecidas pelo Comitê Intersetorial, instituído por sete subsecretarias da pasta. O objetivo de ambas as comissões é discutir, propor e criar ações para promover a paz nas unidades escolares da rede pública de ensino do DF.
Segundo o presidente da Comissão do Plano de Urgência, Tony Marcelo, as equipes regionais ficarão responsáveis pela implementação, execução e monitoramento de ações de promoção da educação para a cultura de paz e convivência escolar, assim como de apoio na articulação da rede de enfrentamento às situações de violência nas unidades escolares vinculadas à Coordenação Regional de Ensino do Guará.
O intuito é fazer um planejamento para inibir o índice de violência nas escolas. “Precisamos tornar esses ambientes escolares em espaços onde os alunos possam ter um momento de reflexão, resolução de conflitos e até mesmo rodas de conversa, que já estão acontecendo, para trocarem experiências”, destaca o dirigente.
Plano de Urgência
De início, o Plano de Urgência pela Paz nas Escolas está sendo implementado em 126 escolas com o maior índice de registros de violência e vulnerabilidade. A Secretaria de Educação tem apoio das secretarias de Segurança Pública, Saúde, Esporte, Justiça e Juventude.
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Entre as ações já definidas, estão:
→Distribuição para todas as escolas da rede pública, até 20 de abril, do Caderno de Convivência Escolar e Cultura de Paz;
→Criação de um canal direto entre os diretores escolares e a Polícia Militar;
→Reforço do efetivo do Batalhão Escolar;
→Continuidade da operação de revista nas portas das escolas e nas salas de aula, sempre que for solicitado pelos diretores;
→Prosseguimento do programa de Saúde Escolar (nacional), que previne desde a proliferação do mosquito da dengue até o uso de drogas e álcool;
→Implementação em todas as regionais de ensino do programa Práticas Integradas Complementares (PIC), que faz uso de práticas que buscam o equilíbrio do ser humano, como Reiki, massagem e bate-papo entre estudantes.
*Com informações da Secretaria de Educação do DF
Fonte: Agência Brasília
