O Brasil ainda enfrenta um importante obstáculo para ampliar o número de transplantes: a recusa das famílias em autorizar a doação de órgãos.
A taxa média nacional está em aproximadamente 45%.
Para melhorar a abordagem e a comunicação com familiares, a Associação de Medicina Intensiva Brasileira, em parceria com o Ministério da Saúde, capacitou 2.534 profissionais entre setembro de 2025 e agosto deste ano.
O número de participantes já supera em cerca de 25% a meta inicial do projeto, que era formar 2 mil profissionais.
No Brasil, mesmo quando uma pessoa manifesta em vida a intenção de ser doadora, a autorização familiar continua tendo papel fundamental no processo após a morte.
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