A atividade econômica brasileira recuou 0,2% em outubro, segundo o IBC-Br, índice calculado pelo Banco Central e acompanhado como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). O dado sugere perda de ritmo na virada para o quarto trimestre.
Na comparação anual e nos acumulados divulgados, o indicador ainda registra variações positivas em janelas mais longas, mas a leitura mensal reforça a percepção de desaceleração após meses de oscilação.
- Fux dá 15 dias para União, Banco Central e FGC se manifestarem sobre socorro de até R$ 6,6 bilhões ao BRB
- Redução de impostos sobre gasolina começa a valer e governo estima impacto de R$ 7 bilhões por mês
- Caixa entra em greve nacional nesta quinta-feira; BB tem paralisação parcial
- Governo libera R$ 6,6 bilhões para tentar segurar alta dos combustíveis
- Mercado reduz projeção de inflação de 2026 para 5%
O cenário ocorre em um contexto de juros elevados: o Banco Central manteve a taxa Selic em 15% ao ano na última decisão do Copom, sustentando um tom cauteloso para perseguir a meta de inflação.
Especialistas costumam usar o IBC-Br como termômetro para ajustar projeções do PIB e calibrar expectativas sobre consumo, investimento e desempenho setorial, especialmente indústria e serviços.
