A PEC da Segurança Pública só deverá voltar ao plenário do Senado depois do segundo turno das eleições.
O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, decidiu não colocar a proposta em votação nesta semana diante da dificuldade de construir acordo entre governo e oposição.
Um dos pontos que ampliaram a divergência foi a redução da maioridade penal. Parlamentares da oposição apresentaram proposta para permitir punição como adulto a partir dos 14 anos em determinados crimes graves.
A discussão também chegou diretamente à campanha presidencial. Lula e aliados passaram a defender redução para 16 anos em casos de crimes hediondos, enquanto Flávio Bolsonaro e setores da oposição defendem regras mais rígidas.
A PEC trata ainda da integração das forças de segurança, financiamento do setor e participação da União no combate ao crime organizado.
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