No mestrado e no doutorado na Universidade de Brasília (UnB), as mulheres são mais da metade. O grupo feminino ocupa 52% e 53% das vagas, respectivamente. Esses nomes chegam a 62% nos programas de iniciação científica, mas se chega ao topo acadêmico, o número afunila.
Conforme dados da UnB, em todo o país elas representam apenas 7% do topo da carreira científica. Algumas professoras doutoras são classificadas como 1A , a mais alta da categoria do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Apenas sete são mulheres, dos 22 pesquisadores com essa classificação na Universidade.
De acordo com o balanço, quando um pesquisador é classificado no nível 1A, ele tem acesso ao maior valor das bolsas de pesquisa, que é de R$ 1,5 mil. Essa categoria é destinada aos pesquisadores que se destacam. Para chegar lá, são levadas em consideração a formação de novos profissionais e as produções de pesquisa nos últimos 10 anos.
Os dados da UnB mostram também que as bolsas de pesquisa feitas pelos classificados em 1A têm durações maiores que as demais. Um projeto recebe o apoio financeiro para ser desenvolvido por até 5 anos por um profissional neste nível, enquanto o 1B deve ser realizado em 4 anos, por exemplo.
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