No Dia Nacional da Doação de Órgãos, celebrado neste domingo (27), o Ministério da Saúde reforçou que a idade, isoladamente, não impede uma pessoa de ser doadora em vida.
A definição depende das condições clínicas, de doenças preexistentes e da compatibilidade entre doador e receptor. Uma pessoa viva pode doar, dentro dos critérios médicos, um dos rins, parte do fígado, medula ou parte dos pulmões.
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Um dos casos destacados envolve o Hospital Universitário de Brasília (HUB). Aos 69 anos, Arivaldo Sampaio descobriu ser compatível com o filho e passou pelo processo de doação de um rim. Três anos depois, continua sendo acompanhado anualmente pela equipe médica do hospital.
A orientação das autoridades de saúde é que cada potencial doador seja submetido a uma avaliação individual e completa antes da realização do procedimento.
