Yoon Suk Yeol foi considerado culpado por insurreição após tentativa de impor lei marcial em 2024; ele já havia sido removido do cargo em 2025.
A Justiça da Coreia do Sul condenou o ex-presidente Yoon Suk Yeol à prisão perpétua após considerá-lo culpado por liderar uma insurreição associada à tentativa de impor lei marcial no país, em dezembro de 2024. A sentença foi anunciada nesta quinta-feira (19), em Seul.
O caso tem origem no episódio em que o então presidente decretou lei marcial e, segundo as investigações, teria buscado restringir o funcionamento do Parlamento com apoio de forças de segurança. A medida foi revertida em poucas horas, mas desencadeou a maior crise política sul-coreana em décadas.
Após a crise, o Parlamento aprovou o impeachment e, em abril de 2025, a Corte Constitucional confirmou a decisão, removendo Yoon do cargo e abrindo caminho para uma eleição presidencial antecipada.
Na ação penal, promotores chegaram a pedir pena máxima, mas o tribunal optou pela prisão perpétua. A defesa do ex-presidente nega irregularidades e informou que pretende recorrer.
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Com informações de: Reuters
