DF usa drones e inteligência artificial para localizar focos de dengue

Tecnologia identifica piscinas, caixas-d'água, pneus e outros pontos de risco; capital teve mais de 10 mil notificações suspeitas em 2026.

O combate ao mosquito Aedes aegypti ganhou reforço tecnológico no Distrito Federal. Agentes de Vigilância Ambiental estão utilizando drones combinados com sistemas de inteligência artificial para localizar possíveis criadouros em áreas de difícil acesso.

As aeronaves capturam imagens a cerca de 120 metros de altura. Depois, um sistema analisa o material e identifica locais com potencial de acumular água, como caixas-d’água destampadas, piscinas, pneus e resíduos de obras.

Entre o início do ano e a 34ª Semana Epidemiológica, o DF registrou 10.203 notificações de casos suspeitos de dengue. Desses registros, 195 haviam sido confirmados, incluindo 14 casos com sinais de alarme. Até o boletim mais recente citado pela reportagem, não havia mortes confirmadas pela doença em 2026.

O objetivo é reforçar a prevenção antes do período mais chuvoso, quando as condições para proliferação do mosquito aumentam.

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