A proximidade das eleições acendeu um alerta sobre pressões políticas dentro do ambiente de trabalho no Distrito Federal.
Até sexta-feira (18), o Ministério Público do Trabalho havia recebido 17 denúncias de possível assédio eleitoral. No período equivalente antes do primeiro turno das eleições de 2022, eram cinco registros.
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As investigações alcançam empresas de comércio, serviços, construção, segurança e administração pública. Entre as práticas denunciadas estão ameaças de demissão, pressão para apoiar candidaturas e cobranças para participação em atividades políticas.
Assédio eleitoral ocorre quando o empregador utiliza sua posição para tentar influenciar ou constranger o trabalhador em relação ao voto.
