Segundo a pesquisa, houve queda de 10,9% na cobertura vacinal do rotavírus, entre os anos de comparação. A vacinação da tríplice viral (primeira dose) caiu 12,3% e a da febre amarela chegou a uma redução de 22,7% na cobertura.
No caso da vacina BGG, a queda em comparação com 2015 foi de 28,6%. As vacinas penta e hepatite B só apresentaram índices maiores do que em 2019 porque nesse ano houve falta de estoque dos imunizantes, conforme indica a pesquisa.
- DF terá tempo firme e transporte reforçado para Brasil x Noruega
- Acidentes em sequência acendem alerta na BR-020 e na Rota do Cavalo, no DF
- Agentes do Detran-DF vão usar câmeras corporais em abordagens de trânsito
- Marrocos atropela o Canadá, vence por 3 a 0 e avança às quartas da Copa
- Programação cultural do primeiro fim de semana de julho tem cinema e rock como destaques
De acordo com o levantamento, não foi possível fazer o comparativo com as demais vacinas porque nenhuma das regiões de saúde alcançou a meta preconizada. Para a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), além de importante para a saúde das pessoas, a vacina é obrigatória no Brasil e amparada pela Constituição Federal, pelo Código Penal e por políticas de saúde pública.
Além de proteger a saúde individual, a vacinação da maior parte da população pode possibilitar a eliminação de doenças graves do cenário mundial. “Quando a gente deixa de vacinar, a proteção da população diminui e as doenças voltam, o que pode aumentar a mortalidade infantil e de outras faixas etárias”, afirma a SBP.
