O evento foi marcado por uma solenidade de abertura, por volta das 15h. O público contou com diversas apresentações culturais, além de exposição e venda de artesanato das famílias que vivem na aldeia.
A escola ganhou forma a partir da técnica tradicional do povo Guajajara. A comunidade utilizou barro batido, madeira e bambu na construção do espaço. A unidade possui uma sala de aula e um espaço para armazenamento de materiais, que também será adaptada para uma biblioteca.
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O projeto teve o apoio de grupos de voluntários, que ajudaram a arrecadar recursos e materiais.
Mesmo sendo o começo de uma conquista, o espaço ainda precisa ser reconhecido e a escola deve ser cadastrada pela Secretaria de Educação do DF para funcionar oficialmente como unidade de ensino.
