Pesquisa mostra cobrança por mais proteção às mulheres no Distrito Federal

Levantamento aponta percepção de insuficiência das políticas de combate à violência de gênero e coloca segurança feminina no centro da eleição.

O combate à violência contra a mulher ganha peso na campanha eleitoral do Distrito Federal.

Pesquisa Correio/Opinião divulgada neste sábado mostra que 60,7% dos entrevistados consideram que o poder público tem feito pouco para proteger as mulheres. Outros 23,8% avaliam que praticamente não há atuação suficiente, enquanto 12,4% consideram que o governo faz muito.

Somadas, as avaliações mais críticas representam 84,5% dos entrevistados.

Celina Leão reconheceu a necessidade de ampliar as políticas e citou como prioridades o combate ao feminicídio, a expansão do Viva Flor e o fortalecimento dos programas Provid e Pró-Vítima.

José Roberto Arruda propôs novas Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher funcionando 24 horas, enquanto Leandro Grass defendeu um Pacto Contra o Feminicídio e maior fiscalização das medidas protetivas.

O levantamento entrevistou 1.121 moradores de 31 regiões administrativas, com margem de erro de três pontos percentuais e confiança de 95%.

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