A segurança pública ganhou protagonismo na campanha presidencial neste sábado. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), os dois primeiros colocados nas pesquisas mais recentes, concentraram seus discursos no combate ao crime durante agendas políticas no Rio de Janeiro.
Flávio utilizou um evento no Maracanãzinho para defender endurecimento da legislação penal, medidas mais severas contra roubos e uma atuação mais agressiva contra organizações criminosas. O candidato também voltou a defender que determinadas facções sejam classificadas como organizações terroristas.
Lula, em evento em Bangu, prometeu ampliar a presença federal no enfrentamento às organizações criminosas e defendeu a retomada de territórios controlados por facções. O presidente e candidato à reeleição também relacionou segurança a investimentos em educação, saúde e oportunidades para jovens.
Lula voltou ainda a defender a criação de um Ministério da Segurança Pública, proposta que deverá ocupar espaço crescente durante a campanha eleitoral.
O Datafolha mais recente colocou Lula com 39% e Flávio com 33% no primeiro turno. Em eventual segundo turno, os percentuais foram de 47% a 43%, respectivamente.
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