A entrega de veículos para a assistência social dos municípios, realizada na quarta-feira (17/12), acabou ganhando contornos de ato político e evidenciou a força da base governista em Goiás. Com a presença de 190 prefeitos, o evento foi conduzido pelo vice-governador Daniel Vilela (MDB) e pela primeira-dama Gracinha Caiado (União Brasil), em um sinal de capilaridade e coesão da gestão do governador Ronaldo Caiado (União Brasil).
Ao reunir gestores de todas as regiões do Estado e de diferentes partidos, o encontro reforçou a capacidade de articulação de Daniel Vilela junto às prefeituras. Para aliados, a participação expressiva consolidou a mensagem de unidade e adesão à condução administrativa atual.
O prefeito de Novo Gama, Carlinhos Mangão (PL), destacou o caráter municipalista da gestão estadual e defendeu a continuidade do projeto. “É um governo sensível, que apoia os municípios e precisa continuar”, afirmou. Avaliação semelhante foi feita pelo prefeito de Cachoeira Alta, Marcelo Paula (União Brasil), que associou a aprovação popular ao perfil de liderança do vice-governador. “Daniel é um exemplo de gestor. É por isso que temos um governo com alto índice de aprovação”, disse.
A prefeita de Caldazinha, Solange Gouveia (MDB), também ressaltou o viés social da administração estadual. “É um governo sensível, que precisa continuar, porque quem ganha é a população”, declarou, alinhando-se ao discurso predominante entre os gestores presentes.
Presidente da Associação Goiana de Municípios (AGM), o prefeito de Hidrolândia, José Délio (União Brasil), classificou a iniciativa como histórica e elogiou a trajetória política de Daniel Vilela. “Daniel foi vereador, deputado estadual, deputado federal e hoje é vice-governador. Conhece os dois lados da gestão pública e tem excelentes professores: Caiado e Gracinha”, afirmou.
Já o presidente da Federação Goiana de Municípios (FGM) e prefeito de Jaraguá, Paulo Vitor Avelar (União Brasil), destacou que a gestão atual reposicionou o Estado e defendeu a manutenção do rumo administrativo. “Há 20 anos, Goiás aparecia apenas nas páginas policiais. Hoje é diferente. Temos a responsabilidade de não deixar o Estado andar para trás. Vamos seguir em frente”, concluiu.